terça-feira, 19 de junho de 2012

Estamos no Fundo do Poço - Tudo sobre o Kit Gay para Crianças

A cada dia que passa o cerco está de fechando contra os servos de Deus. O inimigo, usando de artimanhas tenta tragar para si mais e mais almas. Se possível, ele quer levar até o seu filho! Sim, meus queridos, seus filhos estão em perigo constante!
Sabem da última?
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias", querem distribuir o Kit Gay para alunos que conterá um DVD onde um menino vai ao banheiro e quando entra um coleguinha, ele se diz apaixonado pelo outro coleguinha. A Unesco já aprovou o material.

Eles alegam que o kit estimula as crianças ao respeito à diversidade de opções sexuais e combater a homofobia, mas na verdade estimulam as crianças a adquirirem um comportamento homossexual.
Seis mil escolas receberão um kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais.

FONTE: Kelly Ogliari:


MEC LANÇA KIT GAY

Os 71 integrantes da Bancada Evangélica se articulam para fazer barulho no Congresso e barrar no Legislativo e no Executivo propostas polêmicas para a comunidade religiosa. O mote da primeira mobilização da frente no governo Dilma Rousseff nasceu da proposta de distribuição de um kit de cartilhas e DVDs contendo informações sobre o universo homossexual juvenil. O material deve ser levado a 6 mil escolas da rede pública parceiras do programa Mais Educação. A iniciativa partiu da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), do Ministério da Educação (MEC).

O objetivo do kit é combater o comportamento homofóbico nas escolas e reduzir a incidência de bullyng (perseguição) entre jovens que manifestam interesse afetivo por pessoas do mesmo sexo.

A discussão do tema no Congresso é polêmica. Uma reportagem publicada pelo Correio Braziliense/Diario em novembro mostrou como as discussões são acaloradas. Na ocasião, a apresentação de um vídeo na Comissão de Legislação Participativa da Câmaraem que um travesti de aproximadamente 15 anos se apresenta como Bianca gerou desavenças entre os parlamentares que discutiam o kit de combate à homofobia.

Depois de usar o plenário da Câmara para protestar contra a iniciativa, parlamentares da bancada evangélica mobilizaram cidadãos de todo o país em um abaixo-assinado contra a distribuição do material. Representantes da bancada também pressionam o MEC, questionando a condução da política de diversidade. ´Há um sentimento muito negativo, não só na bancada evangélica, mas nas famílias. Crianças nessa fase de formação não têm estrutura para observar coisas dessa natureza.

Temos nos articulado para barrar esse kit. Nós vamos tentar com o ministro (da Educação) evitar a distribuição do material`, diz o deputado Jefferson Campos (PSB-SP).

Se a pasta não ceder, os parlamentares já planejam recorrer à presidente Dilma Rousseff. ´Apesar de sabermos que é missão do MEC, nós, que somos da base do governo, podemos recorrer à Presidência. Dilma recebeu dos evangélicosum apoio muito grande no segundo turno. Acreditamos que esse apoio foi fundamental para sua vitória`, lembra o deputado. A bancada evangélica avalia que o material didático de combate à homofobia poderia funcionar como um ´incentivo` à diversidade sexual dos alunos. O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também integra a frente religiosa, afirma que a reação à política não se caracteriza como homofobia. ´Sou a favor do combate à homofobia. Só não se pode transformar certas situações em apologia.`

Em um dos vídeos do kit, o estudante José Ricardo vai a escola com roupas e cabelo femininos. Ele é apresentado como jovem travesti conhecido como Bianca e os professores o chamam pelo nome feminino. A escolha do banheiro masculino é um dilema na vida do rapaz. Além do filme Encontrando Bianca, o kit aborda o universo homossexual de duas estudantes. O secretário da Secad, André Lázaro, afirmou que o grupo de trabalho da produção do kit teve dificuldade para cortar cenas em que duas garotas simulavam namoro. ´Discutimos três meses um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Cortamos o beijo`, disse o secretário. O material foi produzido com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação em parceria com a ONG Comunicação em Sexualidade.



Cristãos se unem e fazem abaixo assinado contra o Kit Gay para crianças. Assine
A polêmica do Kit Gay para crianças criada pelo MEC e aprovado pela Unesco está longe de acabar. O projeto que trás adolescentes recusando sua sexualidade natural e afirmando serem mais felizes gays seria para prevenção e combate a homofobia e o bullying, mas está recebendo uma forte resistência do setor conservador que afirma que o material induz as crianças ao homossexualismo. O kit gay, que estava previsto para ser distribuído nas escolas públicas ainda em 2010, não tem mais data para ser lançado, mas as crianças que o verão terão entre 7 e 10 anos de idade.

Assim como a bancada evangélica em Brasília, cristãos de todo o Brasil se dizendo revoltados estão se mobilizando contra o projeto, um dos primeiros atos é a criação de um abaixo-assinado que será enviado para a Presidente da República, o Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e Assembléias Legislativas. O abaixo-assinado, apesar de ter apenas poucos dias, já conta com a assinatura de quase 13 mil pessoas entre cristãos e não-cristãos.

Para assinar o abaixo-assinado contra o Kit Gay para crianças clique aqui.

O abaixo-assinado recebe o nome de “Somos contra o maior escândalo deste País: o Kit Gay” e em sua descrição afirma que os vídeos do material contém mensagem subliminares, além de “estímulo ao homossexualismo e incentivo a promiscuidade e a confusão de discernimento da criança sobre o conceito de família”. O abaixo-assinado foi criado por membros de uma comunidade no Facebook chamada “Revoltados Online” que em seu slogan afirma: “Não somos nem melhores, nem piores do que ninguém. Somos em prol de um Brasil decente”.

A comunidade não é ligada a alguma religião, apenas luta contra atos que julga atrapalhar a melhora do Brasil. Possui cerca de 6500 adeptos, contatos e blog próprio, além de uma agenda de protestos pelo Brasil.

FONTE: Gnotícias


POLÊMICA DO ‘KIT GAY’: Eliza fala em covardia; Sandra parabeniza

A questão do ‘kit gay’ segue ganhando novas páginas a cada dia. Após muitos bate-bocas, as duas vereadoras da Câmara Municipal de João Pessoa que mais vêm comentando a campanha feita pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) contra a homofobia, vol



A questão do ‘kit gay’ segue ganhando novas páginas a cada dia. Após muitos bate-bocas, as duas vereadoras da Câmara Municipal de João Pessoa que mais vêm comentando a campanha feita pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) contra a homofobia, voltaram a colocá-la em pauta na manhã desta terça-feira (24).

A vereadora evangélica Eliza Virgínia (PSDB) comentou que o MEC estaria querendo doutrinar o homossexualismo entre os jovens e crianças do país, fato que, segundo ela, já vem sendo feito há muito tempo nos Estados Unidos e em países europeus.

De acordo com a tucana, os filmes que fazem parte do material, distribuído pelo MEC para escolas da rede pública, são criados e aprovados por Organizações Não-Governamentais (ONGs) de orientação homossexual e são, segundo ela, uma covardia feita por especialistas e psicólogos, que estariam impondo a ‘crianças que não têm a capacidade de discernir o que é certo e o que é errado’, uma ‘doutrinação ao homossexualismo’.

Eliza, que negou ser homofóbica, disse ainda que vai continuar lutando para que o ‘kit gay’ seja banido, afirmando que, além dela, muitas outras pessoas têm pensamento semelhante.

“É um covardia de grandes especialistas e psicólogos, totalmente sem noção do que estão fazendo. Aliás, eles estão com muita noção. Eles sabem o que querem. Eles querem colocar na cabecinha daquelas crianças que é tudo muito normal, muito natural. E no que depender de mim e de muitas pessoas em Brasília, isso não vai acontecer”, desafiou a vereadora.

Seguindo caminho inverso ao de Eliza, a vereadora da bancada de situação, Sandra Marrocos (PSB), voltou a defender o material distribuído pelo MEC e chegou a afirmar que ele pode, inclusive, evitar casos que terminariam em assassinatos.

Para Sandra, o material não apresenta nenhum tipo de insinuação e apologia ao homossexualismo, mas sim, um mecanismo que tornaria mais fácil o convívio entre os gêneros sexuais, evitando o preconceito e a violência entre eles.

“Parabéns MEC, que traz presente a questão, não só de uma escola sem homofobia, mas um mundo sem homofobia. Um mundo onde as pessoas vão poder viver com mais segurança”, destacou.

A vereadora do PSB defendeu a idéia de que não se pode ensinar ninguém a ser homossexual. Segundo ela, o homossexualismo é algo próprio de uma pessoa.

“Ninguém ensina ninguém a ser gay, a ser lésbica. Faz parte do seu fórum íntimo, da sua individualidade, do seu desejo”, ressaltou.

FONTE: Plenário PB





"Importante" Conheçam os vídeos proibidos do Kit Gay

Governo decide cancelar campanha contra homofobia nas escolas – 25/05/2011



As bancadas evangélica e católica – que reúnem cerca de oitenta deputados – venceram a disputa com o Ministério da Educação sobre o material da campanha anti-homofobia. Depois de decidirem obstruir as votações no plenário e convocar o ministro Antônio Palocci para explicar a evolução rápida do seu patrimônio, os deputados receberam hoje (25/5) a notícia de que o governo decidiu suspender a distribuição do chamado kit gay nas escolas.

Apesar de cancelar a campanha anti-homofobia nas escolas, o governo afirmou que a decisão não tem o objetivo de livrar o ministro Palocci de uma convocação para depor na Câmara dos Deputados.

Veja o vídeo abaixo e fique por dentro! E glorifique a Deus por essa vitória!


Candidato a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad quer encontrar líderes evangélicos para convencê-los a favor do “kit gay”
Em sua pré-campanha à prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad teria reagido nesta quarta-feira a ameaças políticas da chamada bancada evangélica no Congresso Nacional, por causa do chamado “kit gay” criado pelo Ministério da Educação quando ele era ministro. Segundo a revista Veja Haddad estaria ainda procurando líderes de igrejas com o objetivo de convencê-los a favor do kit.
De acordo com o O Globo o ex-ministro afirmou que a polêmica em torno do assunto estimula a violência em alguns indivíduos perturbados.
Haddad tenta também sustentar a versão de que o material que foi divulgado na internet como sendo do “kit gay” vazou antes de ser distribuído e que o MEC vetaria seu uso em salas de aula.
Porém assessores do MEC afirmam que Haddad tinha total conhecimento sobre o material “didático” pró-homossexualismo para as crianças das escolas públicas, que teria custado cerca de R$ 11 milhões dos cofres públicos.
O pré-candidato à prefeitura de São Paulo enfrenta diversos críticos que são contra suas ideias. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), é um de seus maiores opositores e já está fazendo forte campanha contra sua candidatura. Na porta do gabinete do parlamentar foi colocado um cartaz que traz a pergunta: “As crianças de 6 anos terão aula de homoafetividade nas escolas?”.
Haddad disse ainda que lamenta que o debate sobre o tema não aborde adequadamente a violência contra as pessoas com outra orientação sexual.

FONTE: Gospel News

ASSISTA ESSE VÍDEO



NOTA: Finalmente chegamos ao fundo do poço.

Para assinar o abaixo-assinado contra o Kit Gay para crianças clique aqui.

Um comentário:

  1. "Há na maioria das famílias filhos de várias idades, alguns dos
    quais necessitam não somente a atenção e sábia disciplina da
    mãe, mas também a mais severa, embora afetuosa, influência do
    pai. Poucos pais consideram esta questão na sua devida
    importância. Eles negligenciam o próprio dever e assim acumulam
    pesados encargos sobre a mãe, ao mesmo tempo que se sentem em
    liberdade de criticá-la e condenar-lhe as ações segundo o seu
    julgamento. Sob este senso opressor de responsabilidade e
    censura, a pobre esposa e mãe não raro experimenta culpas e
    remorsos pelo que fez inocente ou ignorantemente, e
    freqüentemente quando fizera o que melhor lhe fora possível nas
    circunstâncias. Contudo quando seus exaustivos esforços deviam
    ser apreciados e aprovados e ela sentir-se alegre, é ao
    contrário obrigada a andar sob uma nuvem de pesar e condenação
    porque seu esposo, ao mesmo tempo que ignora o próprio dever,
    espera cumpra ela a parte de ambos de maneira satisfatória, sem
    considerar as circunstâncias desfavoráveis.

    Muitos maridos não compreendem e não apreciam suficientemente
    os cuidados e perplexidades que suas esposas suportam,
    geralmente confinadas o dia todo à incessante rotina dos
    deveres domésticos. Freqüentemente eles retornam ao lar com a
    fisionomia carregada, não trazendo alegria ao círculo da
    família. Se a refeição não saiu na hora, a fadigada esposa, que
    é a um tempo, faxineira, enfermeira, cozinheira e ama, é
    saudada com censuras. O marido exator pode condescender em
    tomar dos cansados braços da mãe a criança impertinente para
    que ela possa apressar o alimento da família; mas se a criança
    está inquieta, esperneia nos braços do pai, dificilmente ele
    compreenderá ser seu dever desempenhar o papel de ama e
    procurar acalmá-la. Ele não se demora a considerar quantas
    horas a mãe suportou a inquietude da criança, mas chama
    impaciente: 'Mamãe, tome o seu filho.' Não é de ambos o filho?
    Não está ele sob a natural obrigação de aceitar sua parte do
    fardo de criar os filhos?

    O marido e pai é a cabeça da família. A esposa espera dele amor
    e interesse, bem como auxílio na educação dos filhos, e isso é
    justo. Os filhos pertencem-lhe, da mesma maneira que a ela, e
    sua felicidade igualmente lhe interessa.

    Os filhos esperam do pai apoio e guia; cumpre-lhe ter justa
    concepção da vida, e das influências e associações que devem
    rodear sua família; ele deve ser regido, acima de tudo, pelo
    amor e temor de Deus, e pelos ensinos de Sua Palavra, a fim de
    lhe ser possível guiar os pés dos filhos no caminho reto.

    O pai deve fazer sua parte para tornar o lar feliz. Sejam quais
    forem seus cuidados e perplexidades nos negócios, não permita
    que estes ensombrem a família; deve penetrar em casa com
    sorrisos e palavras aprazíveis. Não seja como uma criança,
    movido apenas por impulso." (ELLEN G. WHITE)

    Para maiores referências, consultar O LAR ADVENTISTA, páginas
    211 e 212, além de A CIÊNCIA DO BOM VIVER, páginas 390 e 392.
    Ambas as obras foram escritas por Ellen G. White e editadas
    pela Casa Publicadora Brasileira...

    ResponderExcluir

Deixe sua opinião, anúncio ou sujestão para melhoria do nosso blog. Abraço!!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...