segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Radiação Celular - Vibrando com um inimigo

Estamos cada vez mais envolvidos e dependentes da tecnologia, temos que ter bastante cuidado para não nos tornarmos viciados em aparelhos eletrônicos como é o caso de muitas pessoas com o celular. E o pior é que nosso aparelho celular pode nos trazer problemas sérios de saúde.

A tecnologia mudou nossas vidas e não conseguimos mais viver sem elas. No entanto os estudos comprovam que muitos dos equipamentos que usamos, que temos em casa, transmitem radiação e nosso corpo não tem nenhum tipo de proteção contra isso.

Um grande exemplo dessa tecnologia indispensável nos dias atuais, mas que também pode ser prejudicial é o nosso querido e inseparável... CELULAR.
Estudos relacionam a radiação do telefone celular à problemas de saúde, tais como: dores de cabeça, pressão alta, tumores cerebrais, câncer, parkinson, Alzheimer, perda de memória, dentre outros.
Essas doenças podem ser silenciosas, mas os efeitos são cumulativos e as precauções devem ser tomadas agora, antes que seja tarde demais. 

 Aparelhos celulares - Radiação e perigos à saúde

Segundo o site  C. Runners
Devido ao enorme aumento de aparelhos celulares em todo o mundo há a preocupação de que sua radiação possa apresentar perigos à saúde. Isso porque aparelhos celulares usam onda eletromagnéticas na faixa de micro-ondas. Essa preocupação induziu algumas pesquisas. A Organização Mundial de Saúde conclui que
danos sérios à saúde são bastante improváveis de acontecer devido aos aparelhos celulares e suas estações.
Porém, algumas nações - como Áustria, Alemanha e Suécia - recomendam aos seus cidadãos que minimizem os riscos da radiação ao:

* Usar "hands-free" ou viva-voz para diminuir a radiação na cabeça.
* Manter o aparelho celular longe do corpo.
* Não usar o aparelho celular dentro do carro sem uma antena externa.

Parte das ondas de rádio emitidas por um aparelho celular é absorvida pela cabeça. As ondas de rádio emitidas por um aparelho celular GSM pode ter um pico de 2 watts, enquanto um telefone analógico pode transmitir até 3,6 watts. Outras tecnologias, como CDMA e TDMA, liberam ainda menos, tipicamente abaixo de 1 watt. A força máxima liberada por uma parelho celular é controlada por agências regulatórias de cada país.
ASSISTA O VÍDEO ABAIXO QUE A REDE GLOBO DE TELEVISÃO FEZ SOBRE O ASSUNTO


Efeitos termais dos aparelhos celulares
Um efeito bem conhecido da radiação de microondas é o aquecimento dielétrico, no qual qualquer material dielétrico (como um tecido vivo) é aquecido pela rotação das moléculas induzidas pelo campo eletromagnético. No caso de uma pessoa usando um aparelho celular, a maior parte do efeito de aquecimento ocorrerá na superfície da cabeça, fazendo com que sua temperatura eleve-se por uma fração de grau. Nesse caso, o nível de elevação da temperatura é de uma ordem de magnitude menor do que o obtido pela exposição direta da cabeça à luz solar. A circulação sanguínea no cérebro é capaz de regular o excesso de calor ao elevar o fluxo sanguíneo no local.

Efeitos genotóxicos dos aparelhos celulares
Pesquisa grega do final de 2006 encontrou relação entre a radiação de aparelhos celulares de danos ao DNA. Em dezembro de 2004 um estudo Pan-Europeu chamado REFLEX, que envolveu 12 laboratórios de vários países, mostrou algumas evidências de dano ao DNA de células em culturas in vitro quando expostas a de 0,3 a 2 watts/kg. Houve indicadores, porém não evidência rigorosa de outras alterações celulares como dano a cromossomos, alterações na atividade de certos genes e elevação na taxa da divisão celular.

5 Dicas para evitar a radiação do telefone celular

Alguns estudos mostram uma ligação estatística do celular com câncer, mas estes dados ainda necessitam de confirmação. Muitos anos atrás foram observadas relações estatística entre cigarro e câncer, mas não se compreendia a causa exata da doença.
A preocupação de Devra Davis, Diretora do Centro de Oncologia Ambiental da Universidade de Pittsburg, nos EUA. Não há evidência concreta de que os celulares sejam nocivos, mas nós também não temos certeza de que eles sejam seguros.
E a preocupação é ainda maior no que concerne às crianças. Se uma criança de 14 anos está fumando, você não precisa se preocupar que ela vá desenvolver câncer naquele instante. Os efeitos do tabaco podem levar décadas para se acumular no organismo e causarem as mutações nocivas que levam ao câncer, e é possível que o mesmo ocorra com os celulares. Como os aparelhos celulares, que hoje parecem estar onipresentes, são usados a apenas poucos anos não há como saber dos efeitos de uma exposição a longo prazo.
O grupo da Dra. Devra e seus colegas, especialistas em câncer, liberaram recentemente um comunicado para seus funcionários sobre o uso dos celulares, recomendando o uso de viva-voz ou fones de ouvido. Crianças, segundo ela, deveriam usar celulares apenas em emergências, pois possuem o crânio mais fino e o cérebro ainda está em desenvolvimento.
Ninguém deveria carregar seus aparelhos no bolso ou na cintura. “Você está cozinhando a sua medula óssea”, disse Devra. Na possibilidade da radiação do celular realmente ser perigosa, você quer jogar Roleta Russa com a sua cabeça?
Se você se convenceu com os argumentos mais alarmistas de que o celular possa causar câncer, agora terá que descobrir a melhor maneira de continuar usando o seu aparelho, já que a maioria de nós não pode mais viver sem ele.
Enquanto não houver um consenso sobre o assunto entre os especialistas, o que nós podemos fazer? É fato que os celulares realmente emitem radiação, mas há alguns simples passos que podem reduzir a exposição à radiação ou praticamente eliminá-la.

5. Compre um telefone celular com menos radiação
A radiação do celular é medida através da Taxa de Absorção Específica (specific absorption rate – SAR). Para saber qual a SAR do seu aparelho veja esta lista (em inglês).
Mas é o nível de exposição que importa. Se você utiliza muito o celular é importante comprar um telefone com uma SAR menor. Mas se você o utiliza pouco, a sua exposição é bem reduzida.

4. Use um fone de ouvido de “tubo oco”
É similar a um fone comum, exceto pelo fato de que os últimos 15 cm – a parte mais próxima do ouvido – é um tubo oco sem fios. Nesse caso você está recebendo o som através do ar e não ondas de radio.

3. Use um fone Bluetooth
Um fone Bluetooth também emite radiação, mas ela é cem vezes menor do que a radiação que você recebe ao segurar o telefone no ouvido, disse Magda Havas, professora associada do Institute for Health Studies da Universidade de Trent em Ontário, Canadá. Os especialistas ficaram divididos entre quesito e o no 2, mas o governo de Israel emitiu recomendações essa semana sugerindo especificamente fones com fio.
Mas apesar de Magna gostar da solução Bluetooth ela diz para não colocar o fone na cabeça se você não estiver falando, pois o dispositivo continua a emitir sinal. Há pessoas que utilizam o fone o tempo todo e o mínimo que devem fazer é mudar o fone entre os ouvidos, de tempos em tempos, para reduzir a exposição em apenas um dos lados.

2. Use fones de ouvido com fios com uma conta de ferrite
Não, não é nenhum tipo de bijuteria. Uma conta de ferrite pode ser colocada no fio do fone de ouvido. A preocupação é que o próprio fio emita radiação no seu ouvido. A conta foi criada para absorver a radiação, para que você não o faça. Elas são baratas e você pode encontrar em lojas ou na internet.
As contas são os favoritos de Louis Slesin, editor da revista Microwave News. “É a melhor maneira”, ele disse. Testes feitos na Universidade de York, na Inglaterra, descobriram que se você usa a conta de ferrite a radiação emitida pelo fio não pode sequer ser medida, mesmo sob as piores condições. “Este dispositivo comum mata a radiação.”
É claro que se o telefone celular está em seu bolso isso não ajuda muito, pois o aparelho estaria irradiando diretamente no seu corpo. Portanto, se você preocupa-se mesmo com a radiação, mantenha o telefone o mais afastado o possível e evite ao máximo que o fio esteja tocando seu corpo.

1. Use sempre a função viva-voz
Esta é a opção alternativa favorita de todos os especialistas. Nada próximo da sua cabeça. “Coloque-o a algumas dezenas de centímetros. Meio ou um metro é o ideal”, disse Magda.
A cada centímetro que você afasta o aparelho de seu corpo faz com que a radiação se reduza rapidamente. A 5 cm de distância a radiação reduz em 4 vezes. Se você segurá-lo a 10 cm a radiação cai 16 vezes, segundo ela.
Segundo Louis “cada milímetro conta”.
Muitos dos cientistas entrevistados usam o aparelho direto no ouvido, pois o utilizam pouco. A analogia com o cigarro também vale aqui. Se você fuma um ou dois cigarros por semana não precisa se preocupar tanto quanto uma pessoa que fuma um maço por dia.

Telefone celular pode afetar o esperma
Constatamos que o celular pode acabar com o seu casamento e talvez até causar câncer. Mas afetar as “jóias da família”? Sim, manter o telefone celular ligado no bolso pode reduzir a qualidade do esperma de acordo com uma nova pesquisa.
“Nós acreditamos que todos estes dispositivos são usados porque são muito seguros, mas podem causar efeitos prejudiciais devido à proximidade dos celulares e à exposição que eles estão causando nas gônadas”, disse o pesquisador principal Ashok Agarwal da Cleveland Clinic, nos EUA.
No estudo, a equipe de Ashok coletou amostras de sêmen de 32 homens e levou-as ao laboratório. Cada amostra era colocada em pequenos tubos cônicos e divididos em duas partes: um grupo de teste e outro de controle. O grupo de controle não foi exposto a emissões de celulares, mas foram mantidos nas mesmas condições e temperatura do grupo de teste.
O sêmen do grupo de teste foi colocado a 2,5 cm de um celular de 850 MHz (uma freqüência comum) em modo de fala por uma hora. Esta distância foi utilizada para duplicar a distância do bolso da calça com os testículos.
Em geral os pesquisadores encontraram um aumento no estresse oxidante como um aumento significativo nos radicais livres e químicos oxidantes, incluindo uma redução nos antioxidantes. Ashok disse que isso causou a uma redução na qualidade do esperma, incluindo mobilidade e viabilidade. O mesmo efeito aparece com a exposição a certos poluentes ou infecções no trato genital ou urinário.
“Em geral houve um aumento de 85% em radicais livre em todas as amostras. Radicais livres já foram conectados com uma série de doenças em humanos incluindo câncer de pulmão”, disse Ashok. Outros estudos também ligaram os radicais livres a redução na qualidade do esperma.
No entanto o estudo mostrou grandes limitações, ele concordou, devido ao pequeno tamanho da amostra. E como foi conduzido em um laboratório não leva em conta a proteção que o corpo humano pode oferecer com as camadas de pele, ossos e tecidos. Ashok está em estágios iniciais de novas pesquisas que podem imitar o papel do corpo humano em proteger o esperma das ondas de emissão de radiação eletromagnética dos telefones celulares.
Ashok também admite que não haja explicação clara para o efeito demonstrado, mas contou uma de suas teorias. “Talvez a radiação do telefone celular consiga afetar as gônadas através do efeito térmico ao aumentar a temperatura dos testículos causando efeitos danosos ao esperma.”
Em um estudo anterior Ashok descobriu que homens que usam seus celulares mais do que quatro horas por dia tem uma qualidade de esperma significativamente mais baixa do que aqueles que usaram seus celulares por menos tempo. Aquelas descobertas foram baseadas em dados relatados por 361 voluntários.
“Nosso estudo não provou que você deve parar de colocar os celulares no bolso. Há muitas coisas que devem ser provadas antes de chegarmos neste estágio.” O que ele não disse é que o seguro morreu de velho.

Menos higiênico do que você pensa: seu celular pode ter alto teor de coliformes fecais
Quem usa celular diariamente pode não se dar conta, mas esses objetos se sujam muito facilmente se não houver higiene. Passando de uma bolsa ou mochila para as mãos, ele pode acumular poeira e pequenas partículas de sujeira. Um estudo britânico, no entanto, vai ainda mais longe: seu celular pode ter alto teor de coliformes fecais.
A Universidade de Londres fez uma parceria com um centro de estudos sobre higiene e medicina. As entidades conduziram um estudo que recolheu mais de 400 celulares, pertencentes a voluntários de 12 cidades britânicas. O resultado impressionou: 16% dos celulares utilizados estavam contaminados com Escherichia Coli, a bactéria que habita o nosso intestino. Ou seja, vestígios das fezes conseguiram chegar até o teclado do celular.
Os pesquisadores ainda constataram algo em relação à temperatura. As cidades do norte, mais frias, apresentaram maiores teores de coliformes fecais nos teclados. Logo, quanto mais fria a região, mais propício é o clima para a sobrevivência das bactérias, e maior o risco de contaminação.
O problema parece ser complexo por dois motivos. O primeiro é a notável resistência da bactéria, que sobrevive a partir da higiene não perfeita das pessoas no banheiro (em outras palavras, não lavam as mãos depois de fazer as necessidades), passa para os dedos e chega aos celulares. O segundo é a gravidade disso para a saúde: as crianças, principalmente, são alvos fáceis de infecções gástricas por essa razão.
Mas não julgue tão duramente a higiene dos britânicos: eles não saem do banheiro necessariamente sem lavar as mãos. Estudos recentes e outros mais antigos afirmam que muitas pessoas lavam a mão superficialmente, às vezes sem sabonete, e isso pode não ser suficiente. Pode parecer uma lição para crianças, mas os pesquisadores apontam que o problema está justamente nisso: lave bem as mãos! [BBC]

Seu celular é mais contaminado que um vaso sanitário. Que tal um carregador que mate as bactérias?

Sabia que você carrega uma cultura de bactérias e vírus ambulante? Os smartphones se tornaram locais de reprodução piores que muitas partes de seu toalete. Eles têm 18 vezes mais bactérias nocivas que a maçaneta de um banheiro público.
A solução para esterilizá-los: “PhoneSoap” (“sabonete para telefones”, em tradução livre). É um dispositivo – com o formato de uma pequena caixa de metal prateada – que esteriliza a ralé invisível de micro-organismos através de uma luz ultravioleta, enquanto carrega seu telefone.
Dentro de um período que varia de 3 a 5 minutos, qualquer bactéria ou vírus presente na superfície do seu celular será morta. Mas não se preocupe, pois o dispositivo não gera nenhum calor extra e não danificará seu telefone.
O aparelho ainda está em estágio de desenvolvimento inicial e deverá custar 39 dólares (o equivalente a 72 reais).
Para provar a necessidade desse aparato, os inventores coletaram amostras de diversos banheiros e compararam com os celulares. A figura fala por si. [LiveScience]

Celular e Câncer: Grande estudo confirma ligação

Cinquenta anos trás cientistas descobriram que um dos hábitos favoritos, o de fumar, era cancerígeno. Neste ano as notícias são assustadoras no campo do telefone celular e do câncer.
Nós já ouvimos alertas de especialistas em câncer sobre o assunto, mas agora pesquisadores do estudo Interphone estão analisando resultados de estudos sobre 6,4 mil tumores de pacientes em 13 países. Se os resultados finais confirmarem os preliminares, os três bilhões de usuários de telefone celular do mundo vão querer voltar no tempo. Os pesquisadores israelenses descobriram que as pessoas que utilizam celular regularmente tem cerca de 50% mais chance de desenvolverem tumores no cérebro do que não usuários.
Uma análise de dados do Reino Unido, Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia mostraram uma taxa de 40% mais risco de tumor em pessoas que usam celulares por mais de uma década. O estudo não descobriu risco acentuado em pessoas que usam celular a menos de 10 anos.
Ninguém sabe exatamente como o celular pode causar câncer. A radiação que o aparelho emite é muito pouco energética para causar danos, mas alguns cientistas acreditam que pode ter efeitos indiretos que fazem as células proliferarem incontrolavelmente. Mas não há consenso nestas teorias.
É crucial que tenhamos o resultado definitivo do estudo que será divulgado no começo do próximo ano, pois alguns poucos estudos realizados nos últimos anos foram estatisticamente inúteis. Eles pesquisaram poucas pessoas. A maioria dos estudos observa apenas o uso do celular depois de vários anos e o novo estudo observa os efeitos de curto e longo prazo.
E o que vai acontecer se o estudo finalmente revelar uma ligação entre celulares e câncer? Voltaremos a depender do telefone fixo? Dificilmente. A tecnologia chegou para ficar, disse Siegal Sadetzki, que coordenouu o estudo Interphone: “Nós sabemos que acidentes de carro acontecem e nós ainda usamos veículos, certo? Nós simplesmente aprendermos a usá-los sabiamente.” [Pop Sci]

Uso do celular pode tornar as pessoas mais sociáveis?

Muitos estudiosos e pesquisas já apontaram que as tecnologias podem isolar as pessoas, fazer com que elas fiquem mais em casa, etc. De fato, ler notícias em um smartphone enquanto espera na fila da padaria pode sugerir que você se isola das pessoas ao seu redor, mas um novo estudo descobriu exatamente o contrário.
Segundo essa pesquisa, quanto mais as pessoas utilizam seus telefones para procurar notícias em público, mais propensos eles ficam a interagir com estranhos. Também, as pessoas que usam seus celulares para fazer planos são mais susceptíveis a participar de conversas públicas.
Os pesquisadores acreditam que isso se deve a um motivo simples: ler as notícias em um celular dá às pessoas algo relevante para conversar com outras que também estão ocupando esse espaço.
Informações sobre assuntos públicos são mais relevantes para um estranho do que o que você fez na semana passada. O uso da tecnologia nessas configurações pode impulsionar a “importância da notícia”, que é fresca, motivando as pessoas a discutir o assunto com as outras ao seu redor.
Mas claro que não é qualquer uso do celular que provoca essa maior interação. O uso pesado da tecnologia para fins sociais – como ligar para amigos enquanto está fazendo outra coisa na rua, ou no trabalho – parece diminuir as interações com estranhos em público.
Ou seja, isso mostra como a tecnologia tem dois lados: pode estimular a interação, mas também alimentar um tipo de insularidade, onde a pessoa fica envolta em seus próprios assuntos pessoais em detrimento de se engajar com os outros na esfera pública (o que ocorre quando as pessoas usam seus celulares para razões sociais em público). [LiveScience]

Qual celular escolher para não fritar seu cérebro?

Um estudo recente feito por um grupo de estudos ambientalistas afirma que usuários a longo prazo de celulares têm maiores riscos de desenvolver tumores. Mais estudos são necessários para confirmar esta relação, mas, para prevenção, foi criada uma lista dos celulares que mais emitem radiações prejudiciais à saúde e os mais “saudáveis”.
» Celular e Câncer: Grande estudo confirma ligação
Os modelos de celulares que menos emitem radiações são os seguintes:
   1. Samsung Impression (SGH-a877)
   2. Motorola RAZR V8
   3. Samsung SGH-t229
   4. Samsung Rugby (SGH-a837)
   5. Samsung Propel Pro (SGH-i627)
   6. Samsung Gravity (SGH-t459)
   7. T-Mobile Sidekick
   8. LG Xenon (GR500)
   9. Motorola Karma QA1
  10. Sanyo Katana II
Os celulares mais poderosos, ou smartphones como o iPhone 3GS, tiveram péssimas colocações no ranking. Enquanto o Samsung Impression libera apenas 0,15 watts por kg, o iPhone chega a liberar até 1,19 watts por kg.
» Especialista em câncer alerta contra celulares
De qualquer modo, enquanto a relação entre radiação dos celulares e tumores não é comprovada, não custa usar fones de ouvido e não deixar seu aparelho no bolso, cozinhando a sua medula óssea e preujudicando suas chances de ter filhos. Sim, o celular permanece emitindo radiação quando está ligado, mesmo quando não está sendo usado para falar. [Gizmodo]

Telefone celular deixa você mais egoísta

O telefone celular, desenvolvido e aperfeiçoado ao longo das últimas décadas para conectar e aproximar as pessoas, pode na verdade estar fazendo o contrário. Um estudo da Universidade de Maryland, em College Park (EUA), afirma que o uso desse aparelho tende a criar comportamentos menos sociáveis nas pessoas.
A base do estudo é o conceito de comportamento “pró-social”, definido pelos pesquisadores como a ação destinada a beneficiar outra pessoa ou a sociedade como um todo. No trabalho, intitulado “O efeito do uso do telefone móvel no comportamento pró-social”, os pesquisadores americanos conduziram testes com voluntários de cerca de 20 anos de idade.
Durante determinado período, as ligações de celular e as atividades rotineiras de cada participante foram monitoradas. Os pesquisadores descobriram, após pouco tempo, que os usuários de celular eram menos inclinados a participar de atividades comunitárias em grupo, comparados aos não usuários.
Mesmo em testes nos quais a chance de ajudar os outros era dada explicitamente (por exemplo, em uma atividade na qual a participação era opcional e renderia doação em dinheiro a uma instituição de caridade), a participação pró-social dos portadores de celular ficou abaixo do esperado.
A razão para este aparente “egoísmo” de usuários de celular foi alvo de discussão entre os pesquisadores. De acordo com a teoria mais defendida, o motivo é justamente o potencial de conectividade do aparelho.
Como o uso do celular preenche na pessoa a necessidade de pertencer a uma comunidade, fazendo parte de um grupo, tal pessoa deixa de procurar esse pertencimento fora do âmbito do telefone celular. Dessa maneira, o usuário se torna menos pró-social. [Science Daily]

Hackers de telefone celular podem rastrear a localização do usuário sem o seu conhecimento

De acordo com pesquisa realizada por cientistas da computação da Faculdade de Ciências e Engenharia da Universidade de Minnesota, as redes de celulares podem vazar a localização dos usuários de telefones celulares, permitindo que terceiros possam controlar facilmente a localização do usuário de telefone celular sem que este tenha conhecimento.
O estudante Denis Foo Kune, em conjunto com os professores Nick Hopper e Kim Yongdae e o estudante de graduação John Koelndorfer, foi o responsável pelo estudo.
“Torres de telefonia celular tem que acompanhar os assinantes de telefones celulares para oferecer um serviço eficiente”, explica Foo Kune. “Por exemplo, uma chamada de voz exige que a rede localize esse dispositivo para que possa alocar os recursos adequados para acessar a chamada. Sua rede de telefonia celular tem que pelo menos controlar vagamente o seu telefone dentro de grandes regiões, a fim de encontrá-lo facilmente”.
O resultado é que a torre vai transmitir uma página para o telefone, esperando para responder quando você recebe uma chamada. Esta comunicação não é diferente de um rádio CB. Além disso, é possível que um hacker interfira nessas mensagens, antes que a vítima seja capaz de ouvir o telefone tocar.
Prestadores de serviços de telefonia celular precisam acessar informações de localização para conseguir realizar seu trabalho. Além disso, as autoridades policiais têm a capacidade de intimar informações de localização de prestadores de serviços. O grupo da Universidade de Minnesota demonstrou que o acesso a informações sobre a locaização de um usuário de telefone celular é de fácil acesso para outro grupo – possíveis hackers.
“É uma barreira de entrada frágil”, diz Foo Kune.
Usando um telefone barato e software de fonte aberta, os pesquisadores foram capazes de rastrear a localização de usuários de telefones celulares sem o seu conhecimento com o Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM), a rede predominante em todo o mundo.
Em um teste de campo, o grupo de pesquisa foi capaz de rastrear a localização de um objeto dentro de uma área de 10 blocos com o sujeito atravessando uma área de Minneapolis em ritmo de passeio. Os pesquisadores utilizaram equipamentos disponíveis e sem a ajuda direta do prestador de serviço.
As implicações desta pesquisa destacam possíveis questões de segurança pessoais. “Um exemplo pode ser ladrões testando se o telefone celular de um usuário está ausente de uma área específica e, portanto, deduzir o nível de risco associado ao entrar na residência da vítima”.
Foo Kune e seu grupo entraram em contato fabricantes de celulares oferecendo técnicas de baixo custo que poderiam ser implementadas sem mudar o hardware para evitar esses riscos. [ScienceDaily, Foto]


A radiação dos telefones celulares pode alterar seu cérebro

Faça um teste. Vá para o centro da cidade na hora do almoço ou no fim da tarde e observe as pessoas que passam por você na rua. Aposto que em menos de um minuto você verá vários pedestres (e até mesmo motoristas) falando ao celular. Em uma cultura em que as pessoas usam e carinhosamente protegem seus celulares da mesma forma que as crianças fazem com seus ursinhos de pelúcia, um estudo concluído mês passado serve como alerta. Pesquisadores afirmaram, na Revista da Associação Médica Americana, que o uso constante de celulares pode afetar a atividade cerebral.
O relatório, porém, não chega a uma conclusão se as mudanças no cérebro – um aumento no metabolismo da glicose depois de usar o telefone por menos de uma hora – traz algum problema de saúde ou efeito comportamental negativo. Mas já tem muita gente querendo saber o que pode ser feito para se proteger da radiação em vez de ser de ter de voltar (no tempo) a usar o telefone fixo.
“Os celulares são fantásticos e têm feito muito para aumentar a produtividade em todos os sentidos”, opina  Nora Volkow, investigadora principal do estudo e diretora do Instituto Nacional do Abuso de Saúde. “Eu nunca diria para as pessoas pararem de usá-los completamente”.
No entanto, à luz de suas descobertas, ela aconselha os usuários a manter celulares a uma certa distância da orelha, colocá-los no modo viva-voz ou utilizar um fone de ouvido sempre que possível. A melhor opção é um fone sem fio com a tecnologia Bluetooth, que emite radiação em níveis muito inferiores.
Se um fone de ouvido não é viável, segurar o telefone apenas um pouco longe de sua orelha já pode fazer uma grande diferença. A intensidade da radiação diminui drasticamente com a distância. “Cada milímetro conta”, explica Louis Slesin, editor da revista Microwave News, um informativo on-line sobre saúde e segurança questões relacionadas à exposição à radiação eletromagnética.
Por isso, pressionar seu telefone móvel ao ouvido para escutar melhor em um bar lotado é provavelmente uma má idéia. Saia ao ar livre se você realmente tiver de receber ou fazer uma ligação. Senão, esqueça e aproveite sua noite no bar, longe da radiação.
Carregá-lo no bolso da calça ou do casaco também não é a melhor opção porque o aparelho continua em contato com o seu corpo da mesma forma. O ideal é transportá-lo em uma bolsa ou maleta ou adquirir um cinto não metálico que ao menos crie uma barreira entre o celular e seu corpo.
Alguns estudos têm sugerido uma ligação entre o uso de celulares e câncer, baixa densidade óssea e infertilidade nos homens. Outros, porém, mostram que não há qualquer efeito negativo. Dados os  resultados conflitantes e ainda não-conclusivos, Robert Kenny, porta-voz da Comissão Federal de Comunicações, afirma: “Como sempre, vamos continuar a estudar essa questão e coordenar com os nossos parceiros federais”.
O telefone usado no estudo do Dr. Volkow foi um modelo muito utilizado na época em que ela começou a planejar seus experimentos, dois anos e meio atrás. Porém, os smart phones de hoje em dia emitem ainda mais radiação porque transmitem dados mais complexos e em maior quantidade.
Você pode ter uma ideia da quantidade relativa de radiação que vários modelos de celulares emitem olhando sua TAE ou Taxa de Absorção Específica. Este número indica a quantidade de radiação que é absorvido pelo corpo quando se utiliza o aparelho na potência máxima. Um telefone celular não pode ser vendido nos Estados Unidos a menos que o valor do aparelho seja menor de 1,6 watts por quilograma. Na Europa, o máximo é de 2 watts por quilograma.
Quer mais um motivo para reclamar da cobertura pobre da sua operadora? Qualquer situação em que o celular pegar um sinal fraco, é indício de que ele tem de trabalhar mais e, portanto, emitir mais radiação. “Poucas barras significa mais radiação”, diz Om Gandhi, professor de engenharia elétrica da Universidade de Utah, em Salt Lake City, EUA, referindo-se ao mostrador de sinal dos aparelhos. O interior de edifícios e elevadores, zonas rurais, Floresta Amazônica… – estes não são bons lugares para fazer uma chamada se você está tentando reduzir sua exposição à radiação.
Enviar mensagens de texto em vez de falar ao celular pode ser mais seguro. Porém, isso se você não apoiar o aparelho contra o corpo enquanto está digitando.
[NYTimes]


Celulares e radiação: conheça os modelos que emitem os maiores e menores níveis

Se você é um usuário de telefone celular – um grupo que, nestes dias, significa praticamente todo mundo – e não se preocupa com a radiação emitida pelo aparelho, talvez seja hora de rever seus conceitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou essa semana os celulares como “possivelmente cancerígenos para os seres humanos”.
Os aparelhos em si não são necessariamente prejudiciais – é a radiação emitida pelos celulares, e absorvida pelo corpo humano, que preocupa os médicos.
Mas quando se trata de níveis de radiação, nem todos os telefones são iguais. Abaixo estão as listas de alguns modelos disponíveis no mercado que emitem os níveis mais altos e mais baixos de energia de radiofrequência.
Uma rápida explicação sobre os números: eles se referem à “taxa de absorção específica”, ou SAR, na sigla em inglês, um referencial comum que mede a taxa de energia de radiofrequência que seu corpo absorve do telefone. Quanto menor o número, menor é a exposição à radiação. Para um celular ser certificado pelos órgãos competentes e vendido nos EUA, por exemplo, seu nível máximo de SAR deve ser menor que 1,6 watts por quilograma.
As listas foram compiladas pelo Grupo de Trabalho Ambiental americano, baseadas em dados fornecidos pelos fabricantes dos celulares. Os dados foram coletados em dezembro do ano passado, o que significa que alguns modelos mais recentes não estão listados. Os aparelhos são os à venda nos Estados Unidos.

Níveis mais baixos de radiação:
1. LG Quantum (AT & T): 0,35 watts por quilograma
2. Casio EXILIM (Verizon Wireless): 0,53 W / kg
3. Pantech Breeze II (AT & T, a AT & T GoPhone): 0,55 W / kg
4. Sanyo Katana II (kajeet): 0,55 W / kg
5. Samsung Fascinate (Verizon Wireless): 0,57 W / kg
6. Samsung Mesmerize (CellularOne, EUA Celular): 0,57 W / kg
7. Samsung SGH-a197 (AT & T GoPhone): 0,59 W / kg
8. Samsung Contour (MetroPCS): 0,60 W / kg
9. Samsung Gravity T (T-Mobile): 0,62 W / kg
10. Motorola i890 (Sprint) e Samsung SGH-T249 (T-Mobile): 0,63 W / kg

Níveis mais altos de radiação:
1. Motorola Bravo (AT & T): 1,59 W / kg
2. Motorola Droid 2 (Verizon Wireless): 1,58 W / kg
3. Palm Pixi (Sprint): 1,56 W / kg
4. Motorola Boost (Boost Mobile): 1,55 W / kg
5. Blackberry Bold (AT & T, T-Mobile): 1,55 W / kg
6. Motorola i335 (Sprint): 1,55 W / kg
7. HTC Magic (T-Mobile): 1,55 W / kg
8. Motorola W385 (Boost Mobile, Verizon Wireless, U.S. Cellular): 1,54 W / kg
9. Motorola i290 Boost (Boost Mobile): 1,54 W / kg
10. Motorola DEFY (T-Mobile); Motorola Quantico (U.S. Cellular, MetroPCS); Motorola Charm (T-Mobile): 1,53 W / kg
O nível de SAR do iPhone 4 da Apple é de 1,17 W / kg (no modelo para a AT & T, o modelo da Verizon não foi listado). Os níveis de radiação das dezenas de modelos de BlackBerry variam muito.
Esses números apresentados, porém, são apenas uma estimativa. Sua exposição real vai depender da frequência com que você usa seu celular e as condições específicas da rede. Por exemplo, quando a conexão está fraca, o telefone celular precisa enviar mais radiação para alcançar a torre de comunicação.
Além disso, ainda não há provas conclusivas de que um telefone com um maior nível de SAR representa um risco maior para a saúde – ou, na verdade, qualquer risco – em compraração com um modelo que emite menos radiação.[CNN]


 Dez maneiras de evitar o contato com a radiação do celular
Por Mariana Montenegro 0 comentário(s)

Viver sem um aparelho celular nos dias de hoje é difícil de imaginar. Estudos recentes realizados por especialistas da Organização Mundial da Saúde e da Agência de Investigação do Câncer dos Estados Unidos estão trazendo resultados preocupantes em relação ao uso contínuo do celular, que pode chegar a provocar câncer no cérebro. Logo, o que podemos fazer para evitar entrar em contato com essa radiação?

Listamos dez dicas para que você não precise jogar seu celular fora e possa viver normalmente sem medo do seu aparelho. E abaixo, conheça os dez celulares que mais emitem radiação e os dez que menos emitem.

1. Use um fone de ouvido ou a função viva-voz para que o celular fique a uma certa distância de sua cabeça.

2. Sempre que puder, mande mensagens de texto em vez de fazer ligações. As mensagens requerem menos energia e também mantêm o dispositivo longe da cabeça.

3. Evite utilizar o celular em áreas com cobertura baixa, uma vez que o telefone emite mais radiação se o sinal for fraco. Usá-lo em áreas com boa recepção diminui a exposição pois permite que o telefone transmita com menor potência.

4. Procure comprar aparelhos e dispositivos que emitam menor quantidade de radiação. Veja abaixo o que isso significa e uma lista com os 10 modelos que mais emitem radiação e os 10 que menos emitem.

5. Limite a exposição das crianças ao tempo de conversação nesses aparelhos.
6. Não carregue o aparelho junto ao seu corpo. Mesmo que não esteja sendo usado, o ideal é deixar na bolsa ou na mochila.

7. Não deixe o celular sob o travesseiro enquanto você dorme, pois ele não deixa de emitir radiação eletromagnética.

8. Prefira utilizar programas específicos para efetuar ligações como o Skype e o Windows Live Messenger através de rede Wi-Fi.

9. Se usar o telefone sem um fone de ouvido, aguarde a chamada se completar antes de colocar o telefone próximo ao ouvido. Outra opção é manter o celular desligado e só ligar para verificar se recebeu alguma nova chamada.

10. Não utilize o telefone celular em espaços fechados de metal, tais como veículos ou elevadores, onde o dispositivo pode emitir mais radiação para estabelecer a conexão. O gabinete de metal também funciona como uma parede que retém a radiação e reflete de volta para os ocupantes.

ENTENDA O NOSSO LIMITE DE EXPOSIÇÃO À RADIOFREQUÊNCIA
Os limites de exposição à radiofreqüência para usuários de aparelhos celulares são chamados de Taxa de Absorção de Radiofreqüência de energia por unidade de massa do corpo (SAR), que correspondem ao nível de radiação limite que o corpo pode receber de um telefone móvel.
O limite permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é de 1,6 SAR. É importante verificar com os fabricantes se o aparelho que você possui emite uma taxa mais alta que este valor, o que pode ser perigoso para você e para sua família.
Uma matéria feita pela revista Exame, da editora Abril, divulgou os principais aparelhos celulares do momento e seus níveis de SAR. Confira abaixo.

Veja quais são os modelos com os maiores SARs, que emitem mais radiação:
Modelo  SAR

1. Motorola Bravo............................1,59
2. Motorola Droid 2 Global .............1,58
3. Sony Ericsson Satio......................1,56
4. Sony Ericsson X10 Mini Pro.........1,55
5. Nokia Astound/C7.......................1,53
6. Motorola Defy..............................1,52
7. Motorola Droid............................1,49
8. Motorola Droid 2.........................1,49
9. HTC Desire..................................1,48
10. Motorola Atrix...........................1,47

Modelos com menores SARs, que menos emitem radiação:
Modelo SAR
1. Samsung Infuse 4G......................0,2
2. Samsung Acclaim........................0,29
3. Samsung Replenish......................0,3
4. Huawei Ideos X5........................0,34
5. Samsung Sidekick 4G.................0,34
6. LG Quantum...............................0,35
7. Samsung Captivate.....................0,42
8. HTC Surround...........................0,439
9. Motorola Devour.......................0,45
10. HTC Imagio............................0,498

 Em tempo, os modelos populares o iPhone, BlackBerry ou Samsung Galaxy S não aparecem na lista dos 10 maiores emissores. Isso significa que eles estão na média, com SAR entre 1,17 e 1,18 para iPhone 4; 1,1 e 1,3 para BlackBerry Curve; e 0,9 para Galaxy S 4G.



Um comentário:

  1. Durmo com o celular dbaixo do travesseiro, valeu a dica.

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